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Drivers e configurações de Hardware.

Sex.18Mar.201100:00

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Primeiros socorros:

O lixo é o principal causador de problemas no rato.
Tanto a esfera como os roletes podem ficar impregnados com um aglomerado de partículas de poeira e pequenos pêlos que caem de tecidos, ou até mesmo pêlos humanos.

Limpeza das esferas:

Quando a esfera está suja, os movimentos do rato são erráticos, o seu cursor dá saltos na tela.
Abra a parte inferior do mouse e retire a sua esfera.
Lavar com água morna.
Se quiser pode usar algum tipo de sabão neutro.
Não lave a esfera com detergentes fortes, nem com amoníacos, esses detergentes podem reagir com o material da esfera, fazendo com que sua textura seja alterada.
A esfera pode passar a não deslizar direito, escorregando ou então travando.

Limpeza das roletes:

Roletes sujos fazem com que o cursor do mouse dê saltos na tela, como se quisesse desobedecer os movimentos do rato sobre a mesa.
O rato tem três movimentos nos sentidos X e Y, o terceiro serve apenas para pressionar a esfera sobre os outros dois roletes.
Esses três roletes podem ficar impregnados com lixo.
Podemos removê-la usando uma ponteira de caneta ou outro objecto plástico pontiagudo. 
Depois de remover o lixo,  usamos um pincel ou mini aspirador de pó para terminar a sua remoção.

A imagem a baixo mostra que não precisamos de desmontar o rato, basta abrir o compartimento das esfera e já temos acesso aos roletes.
Convém limpar periodicamente e manter limpo o local onde o rato desliza.

 

 

Travamento do eixo:

Quando um eixo está travado, o cursor do rato pode ter os movimentos inactivos no eixo correspondente.
Este problema ocorre quando fios de cabelo prendem um ambos os eixos responsáveis pelos movimentos X e Y.
Em cada eixo existe uma pequena roda dentada que passa por sensores ópticos.
Fios de cabelo prendem nessas rodas com facilidade, que trava os seus movimentos.
Devemos utilizar uma pequena tesoura e uma pinça para remover os fios de cabelo.

Limpeza dos sensores ópticos:

Lixo nesses sensores também faz com que os movimentos fiquem paralisados em um ou nos dois sentidos.
Existem sensores ópticos acoplados às rodas dentadas dos eixos X e Y.
O lixo pode obstruir esses sensores, e uma limpeza irá resolverá o problema.
Usamos um pincel ou um aspirador para remover o pó, e depois aplicamos spray limpador de contactos.
Um cotonete com álcool isopropílico também pode ser usado.

Mau contacto nos botões:

Quando isto ocorre, os cliques do rato não funcionaram correctamente.
É preciso clicar duas ou mais vezes até funcionar.
Abra o rato e aplique spray limpador de contactos nos botões.
Espere  até secar e verificar se o problema ficou resolvido.

Defeitos mais complicados:

O rato pode apresentar alguns defeitos mais difíceis de resolver, um deles é o mau contacto no cabo.
Caso necessite o rato mais depressa possível,  pode ser mais indicado comprar um novo, e depois arranjar o cabo com mais calma.
O mesmo podemos dizer sobre o mau contacto nos botões, quando a aplicação de spray não resolve o problema, podemos experimentar fazer uma troca de botões.

Quase todos os modelos do rato tem três botões, sendo que o botão do meio em geral não é usado com tanta frequência.
Podemos substituir o botão problemático pelo botão do meio, o que requer solda, ferro de solda, sugador de solda e paciência.

 

 

Por: David Cardoso
Aluno EFA do Isla

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Ter.15Mar.201101:25

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Os males dos monitores LCD são os pixeis mortos e encravados. Normalmente fabricantes de monitores não aceitam dar garantia contra um pixel morto ou encravado no seu monitor LCD. Até à bem pouco tempo, não havia nenhuma solução técnica à vista. No entanto, eu encontrei uma ferramenta que permite corrigir este problema no ecrã sem pagar um centimo.  

Esta ferramenta de software é totalmente gratuita.

Clique em Reparar ecran e irá abrir uma pequena janela Popup que terá milhões de pixels com 65 milhões de cores aleatóreas. Terá apenas que mover a janela para o sitio onde está o  pixel encravado e espere. Add a comment

Ter.25Jan.201112:37

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Toshiba introduz primeiro da indústria de 1,8 polegadas discos rígidos com conectores SATA LIF

A toshiba prepara-se para lançar o novo disco microSATA baseado HDDs de 1.8 polegadas. A Toshiba acaba revelou a sua nova linha de PMP-friendly discos rígidos, com o primeiro da indústria de unidades de 1,8 polegadas sendo emitido com a inserção de baixa força de conectores (LIF) SATA. Estão a ser projectados para uso em media players, tablets e mais alguma coisa que possa caber na palma da mão, com 160GB, 200GB e 220GB os modelos que estão disponíveis. Irão ultrapassar os discos de 2,5 polegadas em termos de robustez vibrações, baixo consumo de energia e operação silenciosa, e todo o lote também inclui um buffer de 16MB e que precisa de apenas 0,35 watts para operar em marcha lenta. O pacote inteiro mede apenas 5 - x 54 - x 71mm, e informações de preços ainda não estão disponíveis.
Toshiba introduz é o primeiro a instroindústria de 1,8 polegadas discos rígidos com conectores SATA LIF

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Seg.17Jan.201123:28

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Wireless networks work using radio waves instead of wires to transmit data between computers. That's the simple version. If you're curious to know what's going on in more detail, then it's all explained in this article.

Ones and Zeros.

I'm sure you know that computers transmit data digitally, using binary: ones and zeros. This is a way of communicating that translates very well to radio waves, since the computer can transmit ones and zeros as different kinds of beep. These beeps are so fast that they're outside a human's hearing range -- radio waves that you can't hear are, in fact, all around you all the time. That doesn't stop a computer from using them, though.

Morse Code.

The way it works is a lot like Morse code. You probably already know that Morse code is a way of representing the alphabet so that it can be transmitted over radio using a dot (short beep) and a dash (long dash). It was used manually for years, and became a great way of getting information from one place to another with the invention of the telegraph. More importantly for this example, though, it is a binary system, just like a computer's ones and zeros.

You might think of wireless networking, then, as being like Morse code for computers. You plug a combined radio receiver and transmitter in, and the computer is able to send out its equivalent of dots and dashes (bits, in computer-speak) to get your data from one place to another.

All About Frequencies.

You might wonder, though, how the computer could possibly transmit enough bits to send and receive data at the speed it does. After all, there must be a limit on how much can be sent in a second before it just becomes useless nonsense, right? Well, yes, but the key to wireless networking is that it gets around this problem.

First of all, wireless transmissions are sent at very high frequencies, meaning that more data can be sent per second. Most wireless connections use a frequency of 2.4 gigahertz (2.4 billion cycles per second) -- a similar frequency to mobile phones and microwave ovens. As you might know, though, a frequency this high means that the wavelength must be very short, which is why wireless networking only works over a limited area.

Wireless

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Seg.27Dez.201000:00

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Introdução

Praticamente todos os computadores e servidores actuais contêm uma ou mais unidades de disco rígido. Todo os “mainframes” normalmente estão conectados a centenas unidades de disco, até sistemas com racks de discos como NAS´s, ou em SAN´s.

 Disco Aberto

Fundamentos do disco rígido

Os discos rígidos foram inventados nos anos 50. Inicialmente eram grandes discos de até cerca de 50 cm de diâmetro que detinham pouca capacidade de armazenamento. Originalmente, eles eram chamados de "discos fixos" ou "winchesters" (um nome usado para um produto popular da IBM). Mais tarde, ficaram conhecidos como "discos rígidos" para serem distinguidos das "disquetes" ou floppy disks (discos flexíveis). Nos discos rígidos o meio magnético de gravação de dados fica numa superfície rígida (um disco ou prato), enquanto nas fitas magnéticas e nas disquetes há uma película plástica flexível.


No seu conceito mais simples, um disco rígido não difere em nada de uma cassete. Tanto que os discos rígidos, assim como as cassetes usam as mesmas técnicas de gravação magnética. Os discos rígidos e as cassetes também partilham os principais benefícios do armazenamento magnético: o meio físico magnético pode ser facilmente apagado e regravado, e por muito tempo ficarão gravados os padrões de fluxo magnético nele armazenados.

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Capacidade e desempenho

Num desktop, o normal é ter um disco rígido com uma capacidade entre 80GB e 1000GB. Os dados são armazenados no disco na forma de arquivos. Um arquivo é simplesmente uma colecção de bytes. Os bytes podem ser códigos ASCII para os caracteres de um arquivo de texto, instruções de um aplicativo de software para o computador executar, os registos de uma base de dados ou as cores dos pixels de uma imagem no formato GIF, JPG, PNG. Entretanto, independentemente do que o ficheiro contiver, um arquivo é simplesmente uma sequência de bytes. Quando um programa executado no computador chama um arquivo, o disco rígido recupera seus bytes e os envia para o processador, um de cada vez.

Há duas maneiras de medir o desempenho de um disco rígido:

  • Taxa de transferência de dados (data rate) - número de bytes por segundo que a unidade de disco pode entregar ao processador. Taxas entre 5 e 40 megabytes por segundo são comuns.
  • Tempo de busca (seek time) - intervalo entre o momento em que a CPU solicita um arquivo e o envio para a CPU do primeiro byte do arquivo. Tempos entre 10 e 20 milissegundos são comuns.

O outro parâmetro importante é a capacidade da unidade de disco (drive), que é o número de bytes que pode guardar.

 

Por dentro do disco: A placa electrónica

A melhor maneira de compreender como funciona um disco rígido é verificar o seu no seu interior.

 

 ATENÇÂO: A abertura de um disco rígido destrói por completo, desta forma não o faça, sob pena de perder todos os dados, a menos o seu disco esteja completamente inutilizado.

O disco é uma caixa de alumínio vedada com uma placa electrónica de controle fixada num dos lados. Os componentes electrónicos controlam o mecanismo de leitura/gravação e o motor que gira os platinados. Esses componentes electrónicos também fazem a montagem dos domínios magnéticos da unidade na forma de bytes (leitura) e transforma os bytes em domínios magnéticos (gravação). Todos os componentes electrónicos estão contidos numa pequena placa que é amovível do resto da unidade: 

 Disco Placa

 Por baixo da placa

Por baixo da placa estão as conexões do motor que gira os discos, assim como um orifício de ventilação altamente filtrado que deixa as pressões interna e externa do ar se igualarem.

Remover a tampa da unidade revela um interior extremamente simples, mas muito preciso:

 

 
Disco aberto 3

 Nesta foto pode ver:

•    Os discos giram normalmente a 3.600 ou 7.200 rpm (rotações por minuto em discos IDE ) quando a unidade está operando. Esses discos são fabricados com tolerâncias incríveis e têm acabamento espelhado (como você pode ver neste interessante auto-retrato do autor).

•    O braço segura as cabeças de leitura/gravação e é completamente controlado pelo mecanismo no canto superior esquerdo. O braço é capaz de mover as cabeças do centro do disco à borda da unidade. O braço e seu mecanismo de movimentação são extremamente leves e rápidos. O braço de uma unidade de disco rígido típica pode se mover do centro à borda até 50 vezes por segundo. É uma coisa incrível de se ver!

Por dentro: platinados e as cabeças

Cabeças de leitura

                                          Discos Cabeças 2

 

Para aumentar a quantidade de informações que a unidade pode armazenar, a maioria dos discos rígidos tem múltiplos discos (ou pratos). Esta unidade tem três discos e seis cabeças (cabeças magnéticas de leitura/gravação):  
 
O mecanismo que move os braços de um disco rígido tem de ser incrivelmente rápido e preciso. Este é construído usando um motor linear de alta velocidade. No movimento do braço de leitura, muitas unidades de disco usam a mesma técnica que é usada para mover a agulha de um disco LP ao aceder ao inicio de um disco.

 

Discos Cabeça
 
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{youtube}nVFCJR_KJC4{/youtube}
 
 

 

Armazenamento de dados

Os dados são armazenados sobre a superfície de um disco em pistas e sectores. As pistas são círculos concêntricos, e os sectores são cunhas em forma de fatia de torta sobre a pista conforme mostra a figura abaixo.

 

 

Pistas sectores clusters

 

Uma pista típica é exibida em amarelo, enquanto um sector típico aparece a azul. Um sector contém um número fixo de bytes. Por exemplo, 256 ou 512. No nível da unidade do disco rígido ou do sistema operativo, os sectores são agrupados em clusters (blocos).
O processo de formatação de baixo nível de uma unidade estabelece as pistas e sectores no disco. Os pontos iniciais e finais de cada sector são gravados no disco. Este processo prepara a unidade para guardar os blocos de bytes. A formatação de alto nível então grava as estruturas de armazenamento de arquivos, como a tabela de alocação nos sectores. Esse processo prepara a unidade para guardar os arquivos.

O que significa o termo "choque do cabeçote" no disco rígido?

Pode ver que as cabeças magnéticas de leitura/gravação não tocam nos platinados do disco. Quando os discos rodam, atingem velocidades de entre 3.600 rpm e 7.200 rpm (em disco IDE).

Para a cabeça, o disco parece se mover a 241 km/h, e uma fina almofada de ar se forma entre a cabeça e o disco, fazendo com que a cabeça "voe" sobre o disco. Se uma pequena porção de poeira entrar em contato com o disco, o vôo é interrompido e a cabeça "colide" com o disco, arranhando-o. A colisão, é claro, espalha ainda mais poeira e fragmentos dentro do disco, danificando-o.

A outra coisa que causa um som agudo são os rolamentos no motor da disco. Essa é outra maneira comum de um disco falhar.

Os discos rígidos são extremamente confiáveis hoje em dia, com MTBF (Tempo Médio entre Falhas) de 500 mil a 1 milhão de horas. Isso significa que, em média, um drive falha depois de um número específico de horas. Com metade dos drives a durar mais do que isso e outra metade a durando menos. 500 mil horas equivalem a 57 anos. É evidente que nenhum drive dura 57 anos, portanto, backups frequentes de dados são importantes.

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Qui.16Dez.201000:30

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História das drives de disquete e das disquetes

A drive de disquete, ou drive de disco flexível, ou floppy disk drive, foi inventado na IBM por Alan Shugart, em 1967. Os primeiros drives de disquete utilizavam um disco de 8 polegadas (mais adiante chamado de "disquette" quando teve seu tamanho reduzido),

Com a evolução estas drives tornaram-se em disquetes de 5,25 polegadas, que foi utilizado no primeiro computador pessoal IBM, em agosto de 1981. O disco de 5,25 polegadas tinha capacidade para armazenar 360 kilobytes

As disquettes de 5,25 polegadas foram intitulados "flexíveis" porque a embalagem das disquetes era um envelope de plástico muito flexível, um pouco diferente do invólucro rígido utilizado para armazenar as disquetes de 3,5 polegadas mais actuais.

Por volta da metade dos anos 80, os projectos aprimorados das cabeças de leitura/gravação, bem como os aprimoramentos no meio de gravação magnética, abriram caminho para um drive de disquete de 3,5 polegadas menos flexível, com capacidade para 720 kilobytes. A estas eram chamadas diskettes de baixa densidade. Existia também disquetes de 3,5 polegadas exactamente iguais, chamadas de alta densidade que tinham o dobro da capacidade das de baixa, assim estas tinham a capacidade de 1,44 MB (1440 kilobytes), (havia uma diferença física nestas disquetes, um pequeno orifício no canto inferior das disquetes).

Por vários anos, os computadores utilizaram dois tamanhos de drive de disquete: 3,5 polegadas e 5,25 polegadas. Mas, na metade dos anos 90, a versão de 5,25 polegadas foi perdendo popularidade, em parte porque a superfície de gravação do disquete podia ser contaminada facilmente por impressões digitais através da área de acesso livre.


Drive disk 5.25

Disk drive 8’’ Disk drive 5,25’’

Disk drive 3.5'' Disks 8'' - 5.25 - 3.5

Disk drive 3.5’’ Diskettes de 8’’ 5,25’’ e 3,5’’

Funcionamento de uma drive de 5.25''
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Como funcionavam as drives de disquete

Se você alguma vez trabalhou com computadores, já deve ter utilizado uma disquete. O drive de disquetes (FDD - floppy disk drive) era o principal meio de transferir dados para um computador até o drive de CD-ROM se tornar popular. Os drives de disquete são um componente-chave na maioria dos computadores há mais de 20 anos.

Basicamente, um drive de disquetes lê e grava dados em um pedaço de plástico circular revestido de metal, de forma semelhante a uma fita cassete. Neste artigo, você saberá mais sobre a constituição do drive de disquete e como ele funciona. Conhecerá também alguns factos interessantes sobre ele.

Terminologia da drive de disquetes

Disco flexível - também chamado de disquete. O tamanho usual de hoje é 3,5 polegadas.

Drive de disquetes - o dispositivo electromecânico que lê e grava disquetes.

Pista ou trilha - anel concêntrico de dados num lado do disco.

Sector - um subconjunto de trilhas, semelhante a uma cunha ou uma fatia.

Partes das drives de disquete
O disco

O funcionamento da disquete é muito similar com o de uma cassete.

  • ambos utilizam uma base fina de material plástico revestida de óxido de ferro. Trata-se de um material ferromagnético, e se você o expuser a um campo magnético, ele ficará permanentemente magnetizado pelo campo;

  • ambos podem gravar informações instantaneamente;

  • ambos podem ser apagados e reutilizados muitas vezes;

  • ambos são muito baratos e fáceis de serem utilizados.

Se você já utilizou uma cassete, sabe que ela possui uma grande desvantagem - é um dispositivo sequencial. A fita da cassete possui um início e um fim, e para passar de uma música para outra música que esteja mais adiante, precisa usar os botões "fast forward" e "rewind" para encontrar o início da música, já que as cabeças da fita são estacionárias. Pode levar alguns minutos para se rebobinar uma fita cassete longa, o que dificulta a localização da música no meio da fita.

Este conceito nas fitas de gravação de dados, mais conhecido como Tapes de Backup. O funcionamento é exactamente o mesmo, na reposição de ficheiros os aparelhos de leitura recolocam-se na posição onde se encontram os ficheiros e fazem a reposição.

Tanto na disquete como na cassete, ambos são feitos de um pedaço fino de plástico revestido de material magnético em ambos os lados. No entanto, seu formato é circular - e não estreito e longo como o de uma fita. As faixas, conhecidas como trilhas, são acomodadas em anéis concêntricos para que o software possa pular do "arquivo 1" para o "arquivo 19" sem ter de avançar passando por todos os arquivos de 2 a 18. A disquete gira como um disco e as cabeças movem-se para a trilha correcta, proporcionando o armazenamento de acesso directo.

Fita magnética
Na ilustração acima, é possível visualizar como o disco é dividido em trilhas ou pistas (castanho) e sectores (amarelo).

A drive de diskettes

As partes principais de uma drive de disquetes são:

  • cabeças de leitura/gravação: localizadas em ambos os lados da disquete, movem-se em conjunto numa mesma montagem. As cabeças não são directamente opostas uma à outra para evitar a interacção entre operações de gravação em cada uma das superfícies da fita. Uma mesma cabeça é utilizada para ler e gravar, enquanto a segunda, mais larga, é utilizada para apagar um sector antes do mesmo ser gravado. Isso permite que os dados sejam escritos num "espaço limpo" mais amplo, sem interferir nos dados análogos que estão em um sector adjacente;

  • motor do drive: um motor muito pequeno engata a parte de metal do centro disquete, girando-o a 300 ou 360 rotações por minuto (RPM);

  • motor de passo: este motor executa um número preciso de revoluções (passos completos) para mover a montagem da cabeça de leitura/gravação para a posição adequada da trilha. A montagem da cabeça de leitura/gravação é presa ao eixo do motor de passo;

  • estrutura mecânica: um sistema de alavancas que abre a pequena janela protectora no disquete para permitir que as cabeças de leitura/gravação toquem na fita magnética da disquete nos dois lados (para as disquetes de 3,5 polegadas). Um botão externo permite que a disquete seja expelida. Neste momento, a janela protectora da disquete é fechada (isto para os disquetes de 3,5 polegadas);

  • placa do circuito: contém todos os componentes electrónicos para manipular os dados lido gravados na disquete. Também controla os circuitos de controle do motor de passo utilizados para mover as cabeças para cada trilha, bem como o movimento das cabeças de leitura/gravação em direcção à superfície do disquete.

As cabeças de leitura/gravação não tocam a película quando as cabeças estão em movimento pelas pistas. Elementos ópticos electrónicos procuram uma abertura no canto inferior da disquete de 3.5 polegadas (ou um entalhe no lado do disquete de 5,25 polegadas) para verificar se o utilizador deseja impedir que sejam gravados dados na disquette.

Floppy disk drive
Porta prateada deslizante a ser aberta e as cabeças de leitura/gravação.

{qtube vid:=NsbzirRD1m4}

Funcionamento da drive de disquetes
Cabeças de leitura/gravação para cada lado do disquete

Gravar os dados numa disquete

A seguir, temos uma visão geral sobre como a drive grava dados na disquete. A leitura dos dados é muito semelhante à gravação. Verifique o seu funcionamento.

  1. É enviado pelo computador instruções ao hardware para gravar dados na disquete, o funcionamento físico é muito idêntico à gravação num disco rígido, excepto pelo facto de girar muito mais devagar e no caso do disco, possuir capacidade de armazenamento bem maior e tempo de acesso muito superior.

  2. O hardware do computador e o controlador do drive de disquete dão partida ao motor do drive do disquete para girar o disco flexível.

O disco possui muitas pistas concêntricas (trilhas) em cada lado. Cada pista é dividida em segmentos menores chamados sectores.

  1. Um segundo motor, chamado de motor de passo, gira num eixo aparafusado em incremento de minutos que coincidem com os espaçamento entre pistas.

O tempo que leva para chegar à pista correcta é chamado de "tempo de acesso". Essa acção (revoluções parciais) do motor de passo move as cabeças de leitura/gravação. Os componentes electrónicos da drive de disquetes sabem quantos passos o motor tem que girar para mover as cabeças de leitura/gravação para a trilha correcta.

  1. As cabeças de leitura/gravação param na pista. A cabeça de leitura verifica o endereço pré-escrito na disquete formatada para assegurar-se de que esta a utilizar o lado correto da disquete e de que esta na pista correta. Esta operação é muito semelhante à maneira como um gira-discos funciona vai automaticamente para uma certa pista num disco de vinil.

  2. Antes dos dados do programa serem gravados na disquete, uma bobina de limpeza (na mesma montagem da cabeça de leitura/gravação) é energizada para "limpar" um sector antes de gravar os dados do sector com a cabeça de gravação. O sector apagado é mais amplo do que o sector gravado - desta forma, nenhum sinal dos sectores adjacentes interferirá no sector que está a ser gravado.

  3. A cabeça de gravação energizada coloca dados na disquete magnetizando as partículas magnéticas embutidas na superfície da disquete, de uma maneira muito parecida à tecnologia utilizada na banda magnética dos cartões multibanco. As partículas magnetizadas possuem pólos positivos e negativos de maneira a que o padrão pode ser detectado e lido na operação de leitura subsequente.

  4. A disquete pára de girar. A drive de disquete aguarda o próximo comando enviado pelo computador.

A pequena luz indicadora na drive permanece acesa durante todas as operações que a drive de disquete esteja a efectuar, tanto a ler como a escrever.

Alguns factos interessantes sobre as drives e as disquetes

Eis alguns factos interessantes a serem observados sobre as drives de disquetes:

  • dois discos flexíveis não são corrompidos se forem guardados juntos, devido ao baixo nível de magnetização em cada um deles;

  • No computador existe uma inversão de fios no flat-cable de dados da drive de disquetes - essa inversão informa o computador se é o drive é A ou B;

  • como muitos electrodomésticos, não existem peças reutilizáveis nos drives de disquete. Isso porque o custo de um drive novo é consideravelmente menor do que o conserto do mesmo;

  • se desejar exibir novamente os dados na disquete depois de trocá-lo, você poderá simplesmente clicar em F5 (na maioria dos aplicativos Windows);

  • no canto inferior esquerdo de cada disquete de 3,5 polegadas existe um pequeno deslizador. No orifício movendo o deslizador, protegerá os dados contra regravação ou de apagá-los acidentalmente;

  • As disquetes, actualmente, são raramente utilizadas para distribuir software - como já foi muito comum no passado -, mas ainda são utilizados em:

    • algumas câmaras digitais da Sony;

    • para recuperação de software para recuperação de sistemas ou um ataque de vírus;

    • para transferir dados entre computadores não ligados em rede;

    • disquetes inicializáveis utilizados para actualizar a BIOS do computador pessoal;

    • formato de alta densidade, utilizado no popular Zip drive.

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Qua.15Dez.201003:23

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Network-Attached Storage ou NAS é um dispositivo de armazenamento dedicado a partilhar ficheiros entre vários clientes de uma rede. NFS Network File System é um protocolo que permite fazer a exportação de pastas para determinados grupos de máquinas. A sua capacidade de armazenamento depende da capacidade dos discos.

 

NAS QNAP

 

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Qua.15Dez.201002:17

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SAN - Storage Area Network, é um tipo de armazenamento de dados – a nível empresarial na maioria das vezes os discos rígidos são geridos por uma controladora inteligente. Isto permite uma maior eficiência em gestão de disco, de grandes quantidades de volume e na segurança dos dados armazenados. Em alguns casos a diminuição do custo total de propriedade e um crescimento no retorno do investimento. E o mais importante, é que se um disco avaria, não perde os dados armazenados, se configurado correctamente, poderá cobrir as seguintes situações: Ganho de desempenho no acesso. Redundância em caso de falha em um dos discos. Uso múltiplo de várias unidades de discos. Facilidade em recuperação de conteúdo "perdido". Escalabilidade. Segurança.

 

Hp SAN MSA 1000

 

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Qua.01Dez.201000:24

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Fiber cables form one of the most important parts of the networking industry today. Fiber cables are composed of one or more transparent optical fibers enclosed in a protective covering and strength members. Fiber cables are used to transmit data by the mode of light. Various types of fiber cables available are multimode duplex fiber cables, single mode simplex fiber cables, single mode duplex fiber cables, and plastic optical fiber cables.

There are many fiber optic cable manufacturers who manufacture full line of fiber cables in both single mode and multi-mode, simples, duplex and multi-strand. Several manufacturers provide low cost, quick-turn, high volume fiber cables and fiber cable assembly solutions.

Cables with complete assembly of fibers, strength members and jacket refer to fiber cables. These fiber cables come in variety of forms depending upon their usability and place of use. It is important to identify the exact requirement of fiber cables whether they would be easy to install, splice or terminate, etc. This is necessary as it ultimately decides the cost of installing the fiber cables.

Fiber cables are required to protect fibers from external hazards. Thus before installing the fiber cables one should always assess the place of installation of fiber cables. Fiber cables required inside the house or a building are not exposed too much of hazardous condition thus simpler form and not-so-tough fiber cables can be used for installation. But if the fiber cables are to be installed for longer distances and outside premises then the cables should be robust. They should also be installed well beneath the ground to protect them not only from ground digging, water logging but also from prairie dogs.<

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Fiber cables comes in different types based on their usage patterns as well. The zip cord and simplex fiber cables refer to those used for desktop connections. Simplex fiber cables are one fiber, tight-buffered and jacketed. A zip cord is actually two simplex fiber cables joined by a thin web. On the other hand fiber cables made of several simplex cables are breakout fiber cables. This type of fiber cables is strong, rugged and larger. They are also a bit expensive but prove to be economic where distances are not too long and fiber count required is less.

Small fiber cables required for dry conduit run, riser or plenum are known as a distribution fiber cables that needs a breakout –box to be broken up or terminated in a panel box. They contain several tight-buffered fibers bundled under same jacket.

Aerial fiber cables are good enough for outside installation where as armored fiber cables are used for under-ground wiring where rodents are a problem. These fiber cables have metal armoring between two jackets to prevent rodents from tampering the cabling connections.

Loose tube fiber cables are perfect for plant trunk applications to prevent fibers from moisture or water. They can be buried directly in ground but must be handled carefully to prevent damage. Ribbon fiber cables have twelve or more fiber cables packed together laid in a rows. They are also a plant fiber cables which are gel-filled and are good for water blocking.

All fiber cable manufacturers manufacture different fiber cables but their product literatures should be carefully studied so as to assess which type of fiber cables they specialize in.

 

Fibre connector

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Qui.18Nov.201022:39

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Today's bandwidth expectations mean that Category 5 is strategically dead. The Category 5 Enhanced (5e) standards, which should have been ratified in August and may be finalized at November's committee meeting, specify new measurements that provide more margins for 100BaseTX and ATM-155 traffic. Critically, Category 5e standards make reliable Gigabit Ethernet connections possible. But many structured cabling suppliers argue that Category 5e is only an interim solution on the road to Category 6, which will support at least 200 MHz; in the interests of sufficient operating margin, the IEEE is requesting a 250-MHz Category 6 specification. Despite the fact that the Category 6 standards are only at draft stage, manufacturers are offering a host of products and claiming that these products comply with the draft proposals.
What is a category 6 cable? Out of the three cable categories (Cat-5, Cat-5e & Cat-6), Category 6 is the most advanced and provides the best performance. Just like Cat 5 and Cat 5e, Category 6 cable is typically made up of four twisted pairs of copper wire, but its capabilities far exceed those of other cable types because of one particular structural difference: a longitudinal separator. This separator isolates each of the four pairs of twisted wire from the others, which reduces crosstalk, allows for faster data transfer, and gives Category 6 cable twice the bandwidth of Cat 5! Cat 6 cable is ideal for supporting 10 Gigabit Ethernet, and is able to operate at up to 250 MHz. Since technology and standards are constantly evolving, Cat 6 is the wisest choice of cable when taking any possible future updates to your network into consideration. Not only is Category 6 cable future-safe, it is also backward-compatible with any previously-existing Cat 5 and Cat 5e cabling found in older installations.
Category 6, (ANSI/TIA/EIA-568-B.2-1) is a cable standard for Gigabit Ethernet and other network protocols that is backward compatible with the Category 5, category 5e and Category 3 cable standards. Cat-6 features more stringent specifications for crosstalk and system noise. The cable standard is suitable for 10BASE-T / 100BASE-TX and 1000BASE-T (Gigabit Ethernet) and is expected to suit the 10000BASE-T (10Gigabit Ethernet) standards. It provides performance of up to 250 MHz.
The cable contains four twisted copper wire pairs, just like earlier copper cable standards. Although Cat-6 is sometimes made with 23 gauge wire, this is not a requirement; the ANSI/TIA-568-B.2-1 specification states the cable may be made with 22 to 24 AWG gauge wire, so long as the cable meets the specified testing standards. When used as a patch cable, Cat-6 is normally terminated in 8P8C often incorrectly referred to as "RJ-45" electrical connectors. Some Cat-6 cables are too large and may be difficult to attach to 8P8C connectors without a special modular piece and are technically not standard compliant. If components of the various cable standards are intermixed, the performance of the signal path will be limited to that of the lowest category. As with all cables defined by TIA/EIA-568-B, the maximum allowed length of a Cat-6 horizontal cable is 90 meters (295 feet). A complete channel (horizontal cable plus cords on either end) is allowed to be up to 100 meters in length, depending upon the ratio of cord length: horizontal cable length.

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The cable is terminated in either the T568A scheme or the T568B scheme. It doesn't make any difference which is used, as they are both straight through (pin 1 to 1, pin 2 to 2, etc). Mixed cable types should not be connected in serial, as the impedance per pair differs and would cause signal degradation. To connect two Ethernet units of the same type (PC to PC, or hub to hub, for example) a cross over cable should be used, though some modern hardware can use either type of cable automatically.
Return loss measures the ratio of reflected-to-transmitted signal strength and is the single most difficult test to repeat with consistent results; at Category 6 levels, the difference between a pass and a fail can be the amount of bend in a test cord. Return loss is also causing headaches for connector manufacturers, because the RJ-45 system isn't up to the job. The final stumbling block with Category 5e ratification concerns the RJ-45 hardware; Category 6 is committed to RJ-45 for backward compatibility, but the ISO's proposed Category 7 system will have a new and as-yet-unspecified connector to accompany its revised cabling. Today, the return loss problem explains why manufacturers of Category 6 hardware, which is supposed to be interoperable, claim Category 6 performance only if you use the manufacturers' matched parts throughout a channel link.
The Telecommunications Industry Association (TIA) is working to complete a new specification that will define enhanced performance standards for unshielded twisted pair cable systems. Draft specification ANSI/TIA/EIA-568-B.2-10 specifies cable systems, called "Augmented Category 6" or more frequently as "Category 6a", that operates at frequencies up to 500 MHz and will provide up to 10 Gbit/s bandwidth. The new specification has limits on alien crosstalk in cabling systems.
Augmented Category 6 specifies cable operating at minimum frequency of 500 MHz, for both shielded and unshielded. It can support future 10 Gb/s applications up to the maximum distance of 100 meters on a 4-connector channel.

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Sáb.13Nov.201019:28

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Há cada vez mais pessoas que optam por trabalhar em casa. As vantagens para isso são muitas, evitando as horas de azafama matinal ou de fim de tarde, sendo capaz de passar mais tempo com seus filhos e gerir o seu tempo. O foco deste artigo é o da criação de uma rede wireless segura para o seu negócio em casa. Neste momento, lá fora, há alguém com um receptor de espera para se ligar a rede uma rede privada por wireless, que podem levar ao roubo de identidade e informações comerciais de propriedade privada.

Aqui estão algumas directrizes gerais a ser seguidas na configuração da sua rede sem fio. Embora possa variar de fornecedor para fornecedor, a essência é mais ou menos o mesmo:


  1. Configurar o acesso sem fios / router.

  2. Sempre mudar a configuração de fábrica senha para algo difícil de alguém adivinhar.

  3. Habilitar 128-bit Wired Equivalency Privacy (WEP) em ambos os pontos de acesso e sua placa de rede. De tempos em tempos alterar as entradas da chave WEP. Se o seu hardware não suporta um mínimo de 128 bit WEP, então pode ser hora de substituir este dinossauro. WEP é apenas uma precaução de segurança mínima, o que é melhor do que nenhum.

  4. Altere o SSID padrão de fábrica sobre o acesso / router para um nome de forma que seja difícil de adivinhar. Inicie o computador para se conectar a esse SSID configurado por padrão.

  5. Configure o seu ponto de acesso não difundir o SSID, se disponível.

  6. Bloquear solicitações anónimas internet e pings.

  7. Conexões P2P deve ser desactivado.

  8. Activar o filtro MAC.
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  9. Habilitar firewall no router de rede / ponto de acesso com função de zona desmilitarizada com deficiência. Habilitar firewalls cliente para cada computador na rede.

  10. Actualização de firmware do router e ponto de acesso.

  11. Verifique se o router físico está escondido de modo que uma pessoa não possa aceder ás configurações.

  12. Posicione o router fisicamente distante de janelas para evitar que outras pessoas de fora possam receber os sinais.


Estas e outras definições em conjunto, ajudam a impedir quaisquer intrusões não desejadas nos seus dados privados.

 Para mais informações,visite a seguinte área do forum, e coloque as suas questões.

 Veja como instalar uma rede doméstica. ver +

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Qua.03Nov.201018:20

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O princípios funcionais de um router  é explicar de como os pacotes são transmitidos, bem como algumas outras especificações técnicas de como funcionam os routers.


Informação na Internet, quer seja na forma de uma página web, um arquivo de download numa mensagem de e-mail, transferem  naquilo em que é chamado de uma rede de comutação de pacotes. Basicamente o que acontece é que os dados são divididos em pacotes individuais, pois são muitos os dados transmitidos ao mesmo tempo. Cada pacote é de cerca de 1500 bytes. Cada pacote contém um pouco de informação, incluindo o endereço do remetente, o endereço do destinatário e, claro, a informação a ser enviada, que inclui o fim de cada pacote como ele deve ser colocado de volta em conjunto para que para o utilizador final possa fazer sentido os dados recebidos.

O pacote é enviado para seu destino com base no que o router que acredita ser o melhor caminho a seguir, que normalmente é a rota com a menor quantidade de tráfego e, se possível, a rota mais curta. Cada pacote pode realmente usar um caminho diferente, dependendo das condições no momento, em que uma rede de alto tráfego pode mudar a cada segundo. Ao fazer isso, o router pode equilibrar a carga em toda a rede. Além disso, se há um problema com uma peça de equipamento na rede, o roteador pode ignorar essa parte do equipamento e enviar o pacote ao longo de uma outra rota. Dessa forma, se houver um problema, a mensagem inteira ainda vai chegar intacto ao seu destino.

Na condução deste processo, os routers têm de falar uns aos outros. Dizem uns aos outros sobre os problemas na rede e fazem recomendações sobre caminhos a tomar. Desta forma, os caminhos podem ser reconfigurados se o tiverem que ser. No entanto, nem todos os routers fazem todos os trabalhos como roteadores vêm em tamanhos diferentes e têm diferentes funções.
Há ao que chamamos de roteadores simples. Um simples router é normalmente usado numa rede simples e pequena. Routers simples, basta olhar para ver onde o pacote de dados precisa de ir e envia-la. Não faz muito mais.

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Routers um pouco maiores, que são usados para as redes um pouco maiores, fazem um pouco mais. Esses routers também vão reforçar a segurança na a rede, protegendo a rede contra ataques externos. São capazes de fazer um bom trabalho desde que o software de segurança adicional e uma boa configuração sejam aplicadas ao router.

Os grandes routers são usados para manipular dados em pontos importantes na Internet. Esses routers processam milhões de pacotes de informação por segundo. Eles trabalham arduamente para configurar a rede o mais eficiente e segura possível. Estes são sistemas stand alone e realmente tem mais em comum serem chamados de supercomputadores do que com um simples servidor pode ter em um pequeno escritório.

 


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Sex.29Out.201015:46

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Se possui uma impressora jacto de tinta? Tem as cabeças sempre entupidas, a imprimir linhas na folha ou a faltar cores na impressão?

Normalmente, quando descobre que tem uma cabeça de impressão entupida com tinta ressequida, é sempre nas alturas em que se está a imprimir algo importante. É um daqueles problemas que nunca quer que aconteça.

O cabeçote é o mecanismo da impressora onde encaixa os cartuchos de tinta, e onde a tinta sai para a folha.

Para a maior parte, obstruções na cabeça de impressão, pode ser normalmente limpa enviando a instrução para as "cabeças de limpeza", que percorrerem um ciclo, chamado de ciclo de limpeza, que é uma função interna da impressora.
É uma rotina especializada destinada a resolver este tipo de problemas. (procure nas propriedades da sua impressora).

Este "ciclo de limpeza" funciona enviando um forte sinal 'print' para a impressora, ao mesmo tempo que cria um vácuo por baixo dos cartuchos.
A combinação destas duas etapas, tem como objectivo a tentativa de sugar tintas que obstruem o cabeçote de impressão.

Pela experiência que tenho, provavelmente vai necessitar de fazer estes ciclos 3 a 5 vezes, para ficar totalmente limpo.

 

{youtube}

SQPzVGLuOLc

{/youtube}

 

A localização do procedimento do ciclo de limpeza da cabeça varia de marca para marca de impressora, por isso consulte o manual da impressora para obter instruções específicas ou procure no site da marca.

Com o tempo estas cabeças de limpeza vão começar a sujar mais que a limpar. E as cabeças começaram a ficar secas e a limpeza já não funciona, porque o deposito de limpeza também já acumula tinta seca. Opta por comprar tinteiros novos e isso não resolve o problema (porque o problema esta nas cabeças).

Para obstruções da cabeça de impressão a jacto de tinta, há vários "limpadores", especificamente para esta finalidade (não gaste dinheiro, não vai obter bons resultados). Estes "limpadores" são formulados para dissolver a tinta seca ou "pastosa", que possa ter acumulado no uso da impressora.

A única desvantagem com o uso de um produto de limpeza, é que normalmente não o temos quando precisamos.

Para momentos como estes, precisa de se desenrascar.

A boa notícia é que você pode ser capaz de resolver o problema com alguns produtos domésticos básicos. Na verdade, liquido limpa vidros ou o líquido verde pode realmente funcionar bem pois dissolve a tinta seca.


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Qual é o ingrediente secreto?

Amoniaco.


As cabeças entupidas podem normalmente ser imergidas numa solução de amoniaco e água destilada 50% / 50%.


Alguns cuidados importantes
... O amoniaco puro é material perigoso. Ao trabalhar com o amoniaco, certifique-se sempre que você tem ventilação adequada, e evite misturá-lo com outros produtos químicos.

Assim, se seu cabeçote está localizado no próprio cartucho de tinta, vai querer injectar na cabeça ou mergulhar as cabeças na solução de 50/50 por uma ou duas horas. (verifique a sua impressora, algumas não sai as cabeças).

Se a unidade de cabeça de impressão está localizada dentro da sua impressora de jacto de tinta em si, então vai precisar primeiro de remover os cartuchos de jacto de tinta.

Após estas serem removidas, coloque um pouco da solução para a parte superior do cabeçote (diretamente nos orifícios do bico) e deixe "marinar" algumas horas.  
(Esta é a parte retângulo de borracha que veda a unidade de cabeça enquanto o carreto está na sua posição de repouso).

Se essa primeira tentativa não funcionar, repita outra vez usando amoniaco a 100% durante mais tempo. Depois, limpe completamente com água destilada.

Vá tentando com o amoniaco frequentemente ele vai acabar por amolecer a tinta que está "encrustada".

O álcool não vai funcionar tão bem como o amoniaco, mas pode funcionar melhor do que alguns ciclos de limpeza. A desvantagem é que o álcool seca os plásticos e metais no cabeçote. Isto poderia aumentar as chances de entupir mais tarde. Portanto, tente evitar o álcool, se possível.

{youtube}

U0Ae38n00t0

{/youtube}

 

Clean clog

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Qui.28Out.201009:40

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Batteries give life to all kinds of appliances. They work in cars, personal computers, MP3 players, video games, and cell phones. A battery is packed with chemicals that produce electrons. The chemical reactions generated by electrons are called electromechanical reactions.

The battery is a life-giving piece. Cars and other electronic gadgets and equipment will not run without batteries in place. The reaction produced by the battery gives equipment the power they need in order to perform.

* What are batteries made of?

A battery is certainly the pacemaker of the heart of a machine. Most of the machine depends on the voltage and its capacity. A battery is made of the container, cathode, separator, collector, and electrolyte.

The container is the housing case of a battery. It is where the electrochemical reactions take place.

The cathode is the layer where manganese dioxide and carbon mix, in order to increase the reaction occurring in the container.

A separator is a non-woven, fibrous fabric that separates electrolytes.

The collector is the part of the battery that has a brass pin in the middle of it.

An electrolyte has potassium hydroxide that gives a solution in water that carries ionic content to the inner part of the battery.

* How long does a rechargeable battery last?

The life of the rechargeable battery under regular use is about 500 to 900 charge and discharge processes. This will mean a couple of years of battery life for a regular use. As the rechargeable battery begins to stop working, the running rechargeable amount of time will start to go down.

The user must recharge the battery correctly to avoid explosion. When the charge supply of the battery only reaches a couple of minutes, it is time for a replacement.

* How do I know if a battery is good or not?

Sometimes, you can tell if a battery is good by simply looking at its packaging and checking for leaks. Below are some other things you can do to check the quality of the battery:

- Check the battery first for defects such as a broken circuit, a short, or a broken housing or container.

- Check the battery's capacity using known measuring techniques to ascertain the problem.

- Check for a flexible plate covering. A battery will store more energy with a galvanic plate covering. Add a comment

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